Síndrome da fadiga crônica

O diagnóstico de síndrome da fadiga crônica  requer a presença de fadiga persistente ou recorrente com quatro das oito  seguintes queixas: prejuízo na memória e concentração, dor de garganta, sensibilidade dos linfonodos cervicais ou axilares, dor muscular, dor nas articulações, sem sinais de artrite, dores de cabeça, sono não restaurador, mal estar após exercício de duração de mais de 24 horas.  Os sintomas associados devem ter duração maior de 6 meses.

A causa dessa disfunção não está totalmente esclarecida, embora vários estudos demonstrem que o eixo hipotálamo-hipófise-adrenal  (eixo hormonal do controle do estresse) está comprometido nessa condição, alguns estudos mostram que indivíduos com essa condição têm níveis de cortisol mais baixo que a população em geral, outros mostram alterações na ação e liberação do ACTH.  Alguns autores também mostram que essa condição se relaciona a inflamação crônica subclínica e alto estresse oxidativo.